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No trânsito a gente sente.

A força do Criador

Quem não aprende por amor. Acaba se afogando em dor

E a gente, depois de tentar, Conscientizar e até educar

Precisa fazer a opção. Causar dor no bolso do infrator

Como forma de chamar a atenção. De que a dor maior seria.

A sentida por sua família Por atos de vacilão

Que desrespeita a vida Dirigindo desatento. Às normas de condução.

Há gente que não entende, O cruzamento fechado

Na hora do acidente E dana a xingar o Agente

Não se atentando que a gente.

Age preventivamente Para evitar novos danos Protegendo muito mais gente.

Também na nossa labuta. Não podemos esquecer

Das ações educativas. Controles de tráfego

Batedores, blitzén, palestras. E uma infinidade de atividades

Que cotidianamente ao. Agente Impõe essa profissão

Tudo visando, no trânsito a melhoria Fazendo deste ambiente

Casa da cidadania.

Hoje, 23 de setembro. O dia é dedicado à gente.

Nesta data definida Há gente que lembra da gente

Gente por nós socorrida. Gente que gosta da vida

Gente que cumpre as leis. Gente do nosso dia a dia

Gente da nossa família. Uma imensidão de gente do bem,

Que entende o agir do Agente.

E baseados nessas sementes, nós, Agentes de Trânsito,

Cuidadores de uma infinidade de cidadãos. Nos sentimos mais alegres

Não só pela lembrança boa. Mas por poder contribuir

Pra que essa gente da gente. Ao chegar segura em sua casa

Nos veja como irmãos. Ou anjos da guarda dedicados

A uma nobre missão.

(Poema dedicado ao Dia do Agente de Trânsito)

Por: Junia Ferreira – Palmas/TO

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