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Direito a ordem social Deveres para com a comunidade

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Desde a declaração do estado de pandemia, a colaboração entre as pessoas para com a comunidade se tornou indispensável, não apenas para garantir uma boa vivência, mas também para conter o avanço do novo coronavírus e sua rápida proliferação.

Segundo o artigo 29° declaração universal dos direitos humanos, todos os cidadãos têm responsabilidades com os outros a sua volta e no cenário atual, qualquer deslise pode acarretar em mais contaminados e consequentemente, mortes.

O “Cidadão”, é um indivíduo que, como membro da sociedade, possui seus direitos civis e políticos, podendo aproveita-los livremente graças as ações do estado, porém, a cidadania não é feita apenas de privilégios. Como membro do Estado, um cidadão também tem deveres com o mesmo e as outras pessoas que o compõem. Obedecer às regras de trânsito, respeitar os idosos, não jogar lixo na rua e preservar o patrimônio público não são apenas atitudes educadas, são a partir delas que a sociedade pode funcionar de forma que todos os indivíduos estejam satisfeitos, entretanto, atualmente devido à pandemia, pessoas que se opõem a seguirem medidas sociais não apenas causam desconforto, mas também atentam diretamente contra saúde pública e a vida.


Usar mascara, evitar aglomerações e utilizar álcool em gel são medidas que se seguidas à risca, não apenas evitam que o indivíduo em questão seja contaminado, mas também contém diretamente o avanço do covidi-19. Essas ações, já deixaram de ser uma simples questão de empatia, pois já são estimuladas pelo estado a partir medidas restritivas e leis, porém, ainda existem aqueles que se acham no direito de pôr a suas vidas e dos outros em risco.

Segundo esses indivíduos, o risco é assumido conscientemente e o estado não pode infligir o seu direito de escolha. Muitas vezes, essas pessoas usam como argumento a própria declaração universal dos direitos humanos, citando o direito de ir e vir, direito a vida privada e até mesmo o artigo cinco, que afirma que ninguém recebera tratamento cruel e desumano, referindo-se as máscaras e o desconforto que elas causam.


É extremamente comum nas redes sociais, pessoas que compartilham cenas delas próprias em aglomerações, festejando sem máscaras ou qualquer tipo de cuidado. Chás-de-bebê, casamentos e festas de aniversários são futilidades que podem ser evitadas visando a ordem social, além de que esses desserviços atentam contra o direito a saúde e a vida, e acabam por influenciar negativamente em diversos outros que estão sendo prejudicados devido à pandemia, já que tais atitudes, acabam por potencializar a proliferação do vírus e seus efeitos.

Apesar de já termos diversas medidas restritivas, ainda existem aqueles que se recusam a adotá-las. Nesse caso, é necessário retornar ao conceito de cidadania, o simples ato de usar uma máscara pode indiretamente evitar que um idoso seja contaminado, que uma criança tenha complicações ou que alguém com condições especiais venha a falecer. Assim como o estado, também temos o dever de garantir a ordem, precisamos exercitar nossa empatia para com os nossos semelhantes, tendo a consciência que nossas ações estão diretamente ligadas a vidas de milhares de pessoas.

Kenidy Santana Estudante de Jornalismo/UFPB

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