Imagem ilustrativa extraída da internet

O mercado dos alimentos integrais tem se destacado e crescido bastante nos últimos anos. Junto a esse crescimento se vê os diferentes questionamentos sobre o assunto:

“é mesmo a melhor opção?”

“são realmente mais saudáveis?”

“posso comer sem culpa?”

Essas e muitas outras perguntas já me foram feitas e tentarei respondê-las ao decorrer desse texto.

Primeiramente vamos entender o que é um alimento integral:

“São alimentos na sua forma mais natural ou menos processada” (Anvisa, 2019)

Em outras palavras, são alimentos (cereais e derivados: pão, bolo, biscoito, arroz, entre outros) que não sofreram alterações por parte da indústria (retirada ou adição de nutrientes). A figura abaixo exemplifica um grão integral:

O grão integral é formado por três camadas:


Farelo – é a mais externa e rica em fibras, proteína e vitaminas e minerais.

Endosperma – é a parte do centro do grão, contém carboidrato e proteína.

Gérmen – é a camada interna, rica em nutrientes, principalmente as vitaminas do complexo B.

O grão quando sofre o processo de refinamento, o que torna, por exemplo, o açúcar, o pão, o biscoito e o arroz da cor branca, perde duas de suas partes: o farelo e o gérmen, exatamente aqueles que são mais ricos em nutrientes, deixando em consequência o alimento mais pobre nutricionalmente.

Sendo assim, é interessante priorizar o consumo dos cereais integrais por serem fontes de fibras, vitaminas e minerais, nutrientes importantes na prevenção e no tratamento de doenças, além de contribuir com o aumento da saciedade e consequentemente na perda de peso corporal.

Vale considerar que o consumo também deve ser controlado como qualquer outro alimento e devem ser inseridos no contexto da alimentação saudável.

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